segunda-feira, 30 de março de 2009

Immanuel Kant

Kant nasceu em 1724, viveu e morreu em 1804 em Konigsberg, uma cidade da Prússia Oriental (Alemanha). Era filho de um humilde comerciante de descendência escocesa. Recebeu uma educação pietista (foi um movimento surgido no final do século XVII dentro do Luteranismo, como oposição à negligência da ortodoxia luterana para com a dimensão pessoal da religião. O Pietismo influenciou o surgimento de movimentos religiosos independentes de inspiração protestante). Frequentou a Universidade a partir de 1740, como estudante de filosofia e matemática. Dedicou-se ao ensino, vindo a desempenhar as funções de professor adjunto (1755-1770) e depois de professor ordinário (1770-1796) na Universidade de Konigsberg.

Kant manifestou grande simpatia pelos ideais da Independência Americana e depois da Revolução Francesa. Foi um pacifista convicto. É lendária a forma extremamente regrada como vivia. Conta-se que a população de Konigsberg acertava os relógios por ele quando passava pelas suas janelas nos seus passeios diários, sempre às 16h30.Morreu aos 80 anos.

A obra de Kant pode ser dividida em dois períodos fundamentais: o pré-crítico e o critico.

O primeiro (até 1770) corresponde à filosofia dogmática, onde é notória a influência de Leibniz e Wolf. Nesta fase realiza importantes estudos na área das ciências naturais e em particular da física de Newton. Entre as suas obras deste período, destaca-se a História Universal da Natureza e Teoria do Céu (1755), onde apresenta a célebre hipótese cosmológica da "nebulosa" para explicar a origem e evolução do nosso sistema solar.Mostra-se partidário da existência de vida em outros planetas, procura mostrar que Deus existe partindo da ordem e da beleza do universo. A partir de 1762, Kant começa a manifestar um vivo interesse pelas questões filosóficas, em especial para a crítica das faculdades do homem.

O segundo período corresponde ao despertar do "sono dogmático" provocado pelo impacto que nele teve a filosofia de Hume. Escreve então obras como a Crítica da Razão Pura, Crítica da Razão Prática e Critica da Faculdade de Julgar, nas quais demonstra a impossibilidade de se construir um sistema filosófico metafísico antes de ter previamente investigado as formas e os limites das nossas faculdades cognitivas.

Respondendo às questões colocadas por Hume, afirmou que todo o conhecimento começa com a experiência, mas não deriva todo da experiência. A faculdade de conhecer tem uma função activa no processo do conhecimento. Este não representa as coisas como são em si mesmas, mas sim como são para nós. A realidade em si é incognoscível, tal como Deus. Esta teoria irá permitir a Kant fundamentar o dualismo "coisa em si" e o "fenómeno" (o que nos é dado conhecer). Concepção que irá ter profundas repercussões na filosofia até aos nossos dias.

codigo deontológico dos jornalistas


As múltiplas questões suscitadas pela relação entre jornalistas e fontes de informação fazem parte das mais recorrentes preocupações desta classe profissional.
A relação entre os jornalistas e as fontes de informação é, sabido por muitos, que uma das facetas do trabalho jornalístico mais sensíveis e a questões do domínio ético, tanto mais que ela consiste, grande parte das vezes, numa relação entre duas pessoas concretas, mas com papéis e objectivos diversos
Os jornalistas portugueses regem-se por um Código Deontológico que aprovaram em 4 de Maio de 1993, numa consulta que abrangeu todos os profissionais detentores de Carteira Profissional. O texto do projecto havia sido preliminar mente discutido e aprovado em Assembleia Geral realizada em 22 de Março de 1993.
"Diário de Notícias", seguinte declaração do Sr. Presidente da República:"Os jornalistas devem procurar um novo equilíbrio, entre a justiça e os media (...) Um equilíbrio fundamental para a saúde da democracia."
Encontrei uma notícia na Internet que nas palavras do professor universitário José Rebelo, diz o seguinte:"Os jornalistas devem cultivar dentro da classe um maior respeito pelos limites da sua profissão (...) " e a notícia continua com uma informação com a qual concordo plenamente:"O trabalho precário nas redacções leva a que as questões deontológicas sejam ultrapassadas, porque andam todos à procura da notícia e os jornalistas podem acabar por sujeitar-se a todo o tipo de situações."

Coaching é dito como uma ferramenta para aumentar habilidades e produzir resultados na empresa, tendo como objectivo o sucesso dos membros de uma equipe, dirigindo os recursos precisamente para onde e para quem sejam necessários, melhorando o desempenho individual e da equipe como um todo, o que envolve crescimento e mudança de atitude e de comportamento.O coaching pode funcionar como uma forma de estímulo e acompanhamento a longo prazo adaptada às necessidades de desenvolvimento pessoal. Acompanhamento profissional de pessoas em diferente profissões e contextos.

Coaching executivo visa a capacitar executivos na sua performance e excelência pessoal e nos negócios. Assiste o executivo na identificação de metas, valores, missão e propósito da empresa no mercado. Também trabalha a clareza da sua missão pessoal e empresarial, as necessidades humanas e dos diferentes papeis vividos na empresa, na família e na sociedade.

Coaching pessoal tem como objectivo capacitar as pessoas na sua auto-realização, pelo alcance das suas metas, alinhando-as para uma vida equilibrada com seus valores, missão e propósito de vida.


IMMANUEL KANT

Königsberg, Prússia, 22 de Abril de 1724
Königsberg, 12 de Fevereiro de 1804



Filósofo alemão. Fundador da filosofia crítica.

Frases e Pensamentos de Immanuel kant
“Ciência é conhecimento organizado. Sabedoria é vida organizada.”

“O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele.”

“O homem é o único animal que precisa de trabalhar.”

“A sabedoria das mulheres não é raciocinar, é sentir.”

“Lembre-se de esquecer...”

Notas Biográficas de Immanuel Kant
http://purl.pt/193/1/biografia00.html

sexta-feira, 27 de março de 2009

Moral e Etica.



Actividade 1

A) Função Vinculativa – está ligada a uma observação regida através de leis que um indivíduo tem de cumprir. Estas leis servem para pautar o comportamento das pessoas em grupos, associações, empresas e na relação social. Quando não são cumpridas estas ordens, existem sanções que são aplicadas para garantir o bom funcionamento do grupo, associação, etc. Estas sanções servem como exemplo para que as leis sejam cumpridas, sanções que podem chegar mesmo ao nível judicial. (exemplo: pagamento de coimas, cadeia, etc.)

Função Reguladora – Tem por base regular as acções do “Homem”, orientá-lo a agir de boa fé, de acordo com o que é suposto fazer; depende especificidade do grupo em que se está inserido mas esta função tem como objectivo ajudar o indivíduo a agir “bem” em função da nossa moral e ética. Aqui não há leis ou ordens e as sanções não são judiciais apenas quando falhamos podemos perder algo ou ser chamados à razão. Por vezes pensamos que como não temos nenhuma sanção judicial que não ficamos a perder em nada mas enganamo-nos porque se pode perder mais assim. (exemplo: perda de confiança, ausência de fidelidade, etc.)

B) Reflexão – Penso que os códigos têm um valor importantíssimo na nossa sociedade. Vêm ajudar cada indivíduo a saber o que é suposto fazer em determinadas situações, o que vem assegurar o bom comportamento e que assegura também que todos nós agiremos de boa fé para o bom funcionamento dos diversos grupos (empresas, associações, sociedades, etc.).

Através da função reguladora pautamos as nossas acções e temos alguma liberdade de escolha; através da função vinculativa cumprimos leis e ordens para o bem comum, não violando ma liberdade de ninguém.

Acho bem a aplicação de sanções, pois só assim é que asseguramos (e não por completo) que se cumpram as regras.

Finalizando, acho que os códigos deontológicos vieram ajudar e muito as pessoas a saberem estar e corresponder às expectativas dos outros.

domingo, 22 de março de 2009

Coaching

Hoje as empresas e as organizações, sobretudo as que têm como recurso principal o conhecimento, estão em mudança. O elevado nível de instrução dos profissionais faz com que os tradicionais modelos de chefia em que um mandava e o outro obedecia estejam ultrapassados. Estamos então a passar de um sistema de organizações complexas e pessoas simples, para outro de organizações simples com pessoas complexas e capazes de apostarem no seu próprio desenvolvimento com o apoio da empresa em que trabalham. Isto resulta para o bem do seu emprego actual e possíveis empregos futuros.
O “coaching” tem assim como objectivo ajudar a pessoa a revelar as suas potencialidades para desempenhar melhor as suas funções. Contribui para o autoconhecimento e auto desenvolvimento.
Pode ser comparado em certa medida à psicoterapia na medida em que esta também tem como objectivo ajudar as pessoas a encontrarem em si próprias as soluções para os seus problemas. Uma diferença importante é que normalmente as pessoas que procuram o apoio psicológico estão em sofrimento o que não acontece necessariamente com as pessoas a quem o coaching se destina.

sábado, 21 de março de 2009

Código Deontológico dos Jornalistas Portugueses.

Os jornalistas portugueses regem-se por um Código Deontológico que aprovaram em 4 de Maio de 1993, numa consulta que abrangeu todos os profissionais detentores de Carteira Profissional.


1.
O jornalista deve relatar os factos com rigor e exactidão e interpretá-los com honestidade. Os factos devem ser comprovados, ouvindo as partes com interesses atendíveis no caso. A distinção entre notícia e opinião deve ficar bem clara aos olhos do público.
2.
O jornalista deve combater a censura e o sensacionalismo e considerar a acusação sem provas e o plágio como graves faltas profissionais.
3.
O jornalista deve lutar contra as restrições no acesso às fontes de informação e as tentativas de limitar a liberdade de expressão e o direito de informar. É obrigação do jornalista divulgar as ofensas a estes direitos.
4.
O jornalista deve utilizar meios leais para obter informações, imagens ou documentos e proibir-se de abusar da boa-fé de quem quer que seja. A identificação como jornalista é a regra e outros processos só podem justificar-se por razões de incontestável interesse público.
5.
O jornalista deve assumir a responsabilidade por todos os seus trabalhos e actos profissionais, assim como promover a pronta rectificação das informações que se revelem inexactas ou falsas. O jornalista deve também recusar actos que violentem a sua consciência.
6.
O jornalista deve usar como critério fundamental a identificação das fontes. O jornalista não deve revelar, mesmo em juízo, as suas fontes confidenciais de informação, nem desrespeitar os compromissos assumidos, excepto se o tentarem usar para canalizar informações falsas. As opiniões devem ser sempre atribuídas.
7.
O jornalista deve salvaguardar a presunção da inocência dos arguidos até a sentença transitar em julgado. O jornalista não deve identificar, directa ou indirectamente, as vítimas de crimes sexuais e os delinquentes menores de idade, assim como deve proibir-se de humilhar as pessoas ou perturbar a sua dor.
8.
O jornalista deve rejeitar o tratamento discriminatório das pessoas em função da cor, raça, credos, nacionalidade ou sexo.
9.
O jornalista deve respeitar a privacidade dos cidadãos excepto quando estiver em causa o interesse público ou a conduta do indivíduo contradiga, manifestamente, valores e princípios que publicamente defende. O jornalista obriga-se, antes de recolher declarações e imagens, a atender às condições de serenidade, liberdade e responsabilidade das pessoas envolvidas.
10.
O jornalista deve recusar funções, tarefas e benefícios susceptíveis de comprometer o seu estatuto de independência e a sua integridade profissional. O jornalista não deve valer-se da sua condição profissional para noticiar assuntos em que tenha interesses.

Noticia é um relato de um acontecimento actual e verdadeiro, com objectividade, ou seja, tratada com o máximo de rigor, não admitindo que o jornalista dê a sua opinião ou faça comentários aos factos apresentados, pois os factos devem falar por si. A notícia tem que ser capaz de despertar o interesse aos seus leitores e também tem que ser breve, sucinto e conciso.
Quanto à estrutura a noticia é composta por 3 partes:

o titulo, o lead e o corpo da notícia e segue a técnica da pirâmide invertida.
O título deve ser curto, preciso e adequado ao conteúdo do artigo e ainda pode ter antetítulo e subtítulo.O lead resume a noticia ao mesmo tempo que deve dar o máximo de informação respondendo ás seis questões: Quem?; O quê?; Quando?; Onde?; Como?; Porque?
O corpo da notícia tem como função desenvolver os temas iniciados no lead. trata-se de género jornalístico na qual o autor não se debruça directamente sobre os factos; propõe um debate de ideias e dar o seu contributo para a formação do publico em diferentes áreas.

Artigo de opinião trata-se de género jornalístico na qual o autor não se debruça directamente sobre os factos; propõe um debate de ideias e dar o seu contributo para a formação do publico em diferentes áreas.